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O Troféu Imprensa é a mais longínqua e mais conhecida premiação destinada à TV e música Brasileira. Foi criado por Plácido Manaia Nunes em 1958. 

Em 1970, os direitos do troféu foram adquiridos por Silvio Santos, que se tornou responsável pela premiação. Atualmente é produzido e exibido anualmente pelo SBT.

História

Início

O Troféu foi idealizando em 1958, porém sua primeira premiação foi em 1960. A ideia partiu do jornalista Plácido Manaia Nunes da recém-criada revista São Paulo na TV. A criação da premiação já estava sendo anunciada nos primeiros números da publicação.

A intenção era criar um prêmio aberto aos profissionais da imprensa televisiva que presigiaria e valorizaria de fato os artistas da TV, pois na época havia dificuldades de se escolher e premiar os melhores no gênero. 

A premiação também tinha a intenção de ser um evento independente, sem qualquer vínculo com emissoras ou organizações. Tendo em vista que as premiações existentes como Troféu Roquete Pinto (da TV Record) e Troféu Tupiniquim (da TV Tupi) eram acusadas de favorecimento. Para afastar qualquer rumor de protecionismo, foi proposto a ideia de um juri composto somente por profissionais da imprensa (Vindo daí o nome do Troféu). 

A primeira votação dos melhores do ano ocorreu em 27 de Setembro de 1960, às 19h na Biblioteca Municipal Mário de Andrade. Se reuniram 13 jornalistas representantes dos mais diversos órgãos da imprensa paulistana. Plácido era o único que não tinha poder de voto, pois estava encarregado de organizar a votação.

A primeira votação ocorreu da seguinte maneira: Os jornalistas respondiam um questionário onde opinavam quais eles achariam que seriam os melhores em cada categoria. O artista que recebesse no mínimo dois terços dos votos totais em determinada categoria já era eleito o vencedor. Caso nenhum votado atingisse o número mínimo de votos, era feita uma segunda votação, e caso houvesse empate, o presidente o juri dava o "voto de minerva" (a regra era não ter empate).

Depois de algumas horas, a lista dos melhores finalmente foi concluida. Foi pedido para os jornalistas que mantessem segredo sobre quem ganhou o troféu até a cerimônia de entrega dos prêmios. Porém, a lista dos eleitos acabou vazando. A TV Record foi a única emissora a boicotar o evento. A emissora não concordava com os critérios de votação da premiação e proibiu seus artistas de comparecerem a cerimônia.

O evento de premiação ocorreu em 1º de Janeiro de 1961, às 21h, no Teatro Municipal de São Paulo. A TV Cultura (fase Diários Associados) ficou à cargo da transmissão do evento, mesmo não ganhando nenhum prêmio. O mestre de cerimônia foi Silveira Sampaio. A TV Tupi ganhou 15 prêmios, a TV Record 7, a TV Excelsior seis e a TV Paulista faturou dois troféus.

A partir daí, a premiação rapidamente ganhou credibilidade e prestígio. A partir de 1961, a escolha dos melhores do ano passou a ser feita na sede do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, numa sala do 8º andar, às 20 horas, onde o júri se reunia para escolher os artistas que mais se destacaram no ano. As discussões poderiam demorar horas, devido as convergências entre os jurados.

A partir disso que Plácido Manaia Nunes, ganhou a assessoria do presidente do sindicato para supervisionar esses trabalhos e presidir a reunião anual da imprensa. Alguns membros do juri vinham de diversas cidades do estado de São Paulo. Ainda em 61, a entrega dos prêmios foi mais grandiosa, tendo Silveira Sampaio e Bibi Ferreira como mestres de cerimônias e tendo a transmissão de quatro das cinco emissoras de São Paulo (com excessão da Record), além da Rádio Difusora de São Paulo que liderou uma transmissão em cadeia 31 emissoras pelo Brasil.

Na metade da década de 60, a cerimônia passou a acontecer no salão de recepção da casa Terrazza Martini, às 19h, um dos mais famosos pontos de encontro da vida social de São Paulo daquela época, cujos premiados eram convidados a participarem de um coquetel de confraternização. 

Em 1966, a premiação restringiu à votação aos melhores da televisão de São Paulo, descartando os programas gravados no Rio. A regra foi abolida com a expansão do esquema de Rede de Televisão.

Fase Silvio Santos

Em 26 de Dezembro de 1969, Silvio Santos apresenta pela primeira vez o Troféu Imprensa. Transmitido pela TV Tupi às 21h dentro da programação Silvio Santos Diferente. A cerimônia foi feita dentro de um auditório lotado. Nessa edição foi divulgado apenas a lista de indicados e os vencedores passam à ser conhecidos do público.  Foi criado uma regra que caso o vencedor não estivesse na premiação, esse perderia o prêmio e a categoria poderia ficar sem vencedor. Novamente a TV Record boicotou a premiação.

Plácido Manaia Nunes gostou tanto do comando de Silvio que em 1970, decidiu entregar-lhe os direitos de organização e exibição. Silvio fez muitas mudanças e a premiação ganhou o status de "Oscar da Televisão Brasileira". 

A maior mudança foi no modo de escolha dos indicados.e dos vencedores. Os indicados seriam escolhidos através de questionários distribuidos para o público e os vencedores seriam escolhidos por um juri reunido na própria cerimônia que ocorreria dentro do Programa Silvio Santos.

Foram distribuidos 300 questionários, sendo 210 para São Paulo e 90 para a Guanabara (extinto estado), divididos da seguinte maneira: 70 votos dos profissionais de TV de São Paulo, 29 votos dos profissionais de TV da Guanabara, 61 votos dos jornalistas da Guanabara, 40 votos dos jornalistas de São Paulo e 100 votos do público telespectador de São Paulo. As revistas Amiga e Melodias ficaram encarregadas pela distribuição dos questionários. Feito a contagem dos votos, são escolhidos os três mais votados em cada categoria para a escolha dos vencedores pelo juri.

A decisão de se realizar a votação em uma cerimônia diante do auditório do PSS foi considerada controvérsa, afinal os votos dados não seriam mais secretos. Para dar um viéis nacional, foram introduzidos ao juri jornalistas de rádio e jornal do Rio de Janeiro. Posteriormente, só foram permitidos no juri, presidentes de sindicatos de jornalistas e radialistas de 11 estados brasileiros.

A imprensa brasileira na época não dava muito crédito à premiação, pois não concordava com os critérios de votação e com a falta de assessoria. O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas Profissionais Adriano Compagnolo liderou um boicote, proibindo a participação dos presidentes de sindicatos filiados de participarem do evento de votação, que nada mais era um programa de televisão. Para suprir a falta de jurados, houve boatos de que Silvio Santos teria contratado figurantes para se passar por jornalistas.

Houve críticas pelas categorias mais peculiares como "figura mais simpática", "figura mais elegante", "figura mais querida". Pelo juri composto apenas por jornalístas sao invés de criticos especialisados em artes. O Jornal Folha de S. Paulo publicou em 4 de dezembro de 1973 que cada um dos 10 jurados representava um estado do brasil. Sendo que nem todas as emissoras tinham uma grande penetração no interior do Brasil.  o que faria o "representante do estado" a votar em favor dos programas e dos artistas que ele acompanhasse em sua respectiva cidade. Isso porque em alguns estados eram predominados pela Rede Globo, enquanto que outros eram dominados pela TV Tupi e a REI não tinha quase nenhuma penetração no território nacional.

Em 7 de novembro de 1976, numa única vez, o Programa Silvio Santos promoveu um sorteio que selecionava os 11 integrantes do júri do Troféu Imprensa daquele ano. Primeiramente, foram sorteados os 11 estados brasileiros de onde viriam os julgadores e, em seguida, eram reunidos os nomes dos colunistas de TV de cada estado sorteado e entre eles, foram selecionados 11 julgadores.

Depois de três anos sem a premiação (entre 77 e 79), em 4 de Janeiro de 1981 o Troféu Imprensa retorna na escolha dos melhores. A partir daí, o corpo de jurados se resume em 11 jornalistas e colunistas especializados em artes e espetáculos do Rio de Janeiro e São Paulo.

A partir de 1983, o esquema de distribuição de questionários passou a ser mais planejado, sendo organizado da seguinte maneira: a produção do Programa Silvio Santos seleciona uma equipe de jovens estudantes que entrevistaram 1.500 pessoas durante um período de 40 dias, sendo 750 em São Paulo e 750 no Rio de Janeiro. Nessa pesquisa de opinião pública em cada um desses estados, a divisão de votos era dada da seguinte forma: 250 votos dos jornalistas pertencentes a diversos jornais e revistas especializadas, 250 votos dos profissionais de emissoras de rádio e televisão e 250 votos do público telespectador (dentre os quais 50 estudantes universitários, 50 pessoas da classe A, 50 pessoas da classe B, 50 pessoas da classe C e 50 pessoas da classe D). Concluída as entrevistas, a etapa seguinte era a média da preferência popular em cima desses 1.500 votos na tradicional tabulação de onde são conhecidos os três primeiros colocados de uma média de 20 categorias disponíveis. Este esquema foi mantido até 2013.

A partir dos anos 80, a premiação passou a ser feito em uma data em que os eventos do ano corrente não influenciassem a escolha relativa ao ano anterior, a partir do primeiro dia útil do ano seguinte. A entrega dos prêmios propriamente dita era realizada ao longo do ano dentro dos programas apresentados por Silvio Santos. 

Nos anos 90 foi ampliado o número de questionários, subindo para 2.100, distribuindo 100 para os representantes da imprensa (jornalistas e radialistas), 100 para os estudantes universitários e 1.900 para o público telespectador (100 para a classe A, 600 para a classe B, 600 para a classe C e 600 para a classe D), modificando assim a divisão de entrevistados. Em 2007, o número de jurados foi reduzido de 11 para 10 para dinamizar a escolha, apenas 5 jurados são escolhidos por Silvio Santos, em cada categoria, para terem o direito de voto dos melhores do ano. Em 2010, uma última alteração: o número de questionários subiu para 2.300, isso porque foi acrescentado mais 50 pesquisas para os telespectadores das classes C e D tanto em São Paulo como no Rio de Janeiro.

A Premiação

Atualmente, a prêmiação é gravada com alguns dias de antecedência nos estúdios do SBT, geralmente numa quarta-feira. Durante os anos 90 e 2000 vinheta mostrava no início, os logotipos das sete emissoras de TV de São Paulo (TV Cultura, SBT, Rede Globo, Rede Record, RedeTV!, Rede Bandeirantes e Rede Gazeta), seguida por cenas das edições anteriores e um top de cinco segundos. 

Durante a prêmiação, em todas as categorias, é mostrando um breve VT mostrando cenas de cada um dos três indicados. Silvio Santos escolhe 5 dos 10 jurados (antigamente eram todos os 11 jurados que tinham direito a voto) que compõem a bancada para escolher um vencedor. Um por um, os jurados anunciam e justificam o voto escolhido. Depois do votos dos jurados, Silvio anuncia o vencedor do Troféu Imprensa naquela categoria junto com o vencedor do Troféu Internet (isso desde 2001).

Alguns artistas aparecem na premiação para receber o Troféu Imprensa ganhado em algum ano anterior, onde respondem perguntas feitas por Silvio e agradecem pelo prêmio. No final, Silvio anuncia todos os vencedores dos dois Troféus (Imprensa e Internet). Desde 2009, o Troféu Imprensa é exibido à partir das 20h antecedendo ou substituindo o Programa Silvio Santos.

Período de Exibição 

Durante os anos 80, o Troféu Imprensa era feita à partir do primeiro dia útil do ano seguinte. A intenção era que os acontecimentos no ano corrente não interferisse na escolha dos votos. 

Entre 1987 e 1996, inexplicávelmente, a premiação ocorria em meados de maio, sendo que em 1995, 1996 e 2003, chegou a ser exibido em junho. E em 2004, exibido em 31 de Julho, a data mais longa da história da premiação.

Durante os anos 2000, o Troféu Imprensa começou à ser organizado mais cedo, em março. Isso até 2011, quando começou à ser exibido em abril. Sempre no domingo, das 20h às 23h.

Troféu Internet

O Troféu Internet foi criado em 2001 e se trata de uma premiação anexa ao Troféu Imprensa. paralelo à votação principal. 

Neste, os vencedores são eleitos em uma votação aberta através da internet. Inicialmente feito pelo extinto portal SOL (SBT On Line) e atualmente feito pelo site do SBT em parceria com algum grande portal. Os vencedores dessa categoria são anunciados durante a cerimônia.

Além disso, os votos computados pelo Troféu Internet são somados aos votos dos questionários, escalando assim, os três indicados em cada categoria. Em 2004, aconteceu algo diferente, o vencedor do Troféu Internet seria indicado ao Troféu Imprensa em determinada categoria, originando um 4º indicado. Caso o vencedor estivesse entre os mais votados no voto dos questionários, a categoria continuaria com os três indicados. E nesse mesmo ano, foi realizado um sorteio onde os telespectadores que votaram no Troféu concorreriam à um carro.

Entre 2013 e 2015, ocorreu uma mudança no metodo de votação do Troféu Internet, que foi dividido em duas fases. A primeira, o público poderia votar em cada categoria por livre escolha. Na segunda, são selecionados os 10 indicados de cada categoria para serem votados novamente.

Outras Premiações Anexas

Votação Popular

Foi a primeira votação paralela feita para premiar os melhores por votação popular. A votação foi feita para comemorar os oito anos do Programa Silvio Santos.

Rei e Rainha da Televisão Brasileira

Entre 1971 e 1975, em parceria com a Revista Amiga, foi realizada um concurso em que eram eleitos aqueles que o público consideravam o Rei e a Rainha da TV Brasileira. A votação ocorria através de um cupom publicado na Revista Amiga onde o público votaria livremente nos artistas do sexo feminino e masculino que deveriam ser merecedores da "coroa". Os vencedores eram anunciados no último domingo do ano no Programa Silvio Santos, e a entrega das "coroas" era feita dentro do Troféu Imprensa.

Já foram eleitas como Rainha Vanusa, Glória Menezes, Regina Duarte, Sandra Bréa e Susana Vieira. E como Rei já foram eleitos Tarcísio Meira, Franscisco Cuoco, Wanderley Cardoso, Roberto Carlos, Ronnie Von e Silvio Santos.

Melhores do Jornalismo

Para acabar com as críticas feitas em relação ao critério de votação, for criado um prêmio para as melhores reportagens feitas em revistas e jornais. 

O prêmio permitia a inscrição de até três trabalhos diferentes de cada jornalista profissional publicados em jornais ou revistas nacionais durante o ano, feitos individualmente ou em equipe. Os trabalhos eram julgados em três categorias: melhor reportagem geral, melhor reportagem esportiva e melhor fotografia geral. Cada trabalho inscrito tinha que ser enviado em cinco cópias à produção do Programa Silvio Santos para avaliação preliminar de uma comissão julgadora composta por cinco jornalistas, sendo que as fotografias inscritas tinham que ser enviadas juntamente com as páginas de jornais ou revistas que fora publicadas. Os três melhores trabalhos jornalísticos entravam em julgamento no mesmo dia da votação dos melhores do ano no Troféu Imprensa.

A premiação existiu apenas duas vezes. Foram premiadas reportagens dos jornais Folha de São Paulo, Jornal do Brasil e O Globo.

Estrela de Ouro

Em 1972 e 1973, seguindo o regulamento da época, caso determinado indicado ganhasse por unanimidade absoluta, ganharia um prêmio especial, o Troféu Imprensa Estrela de Ouro. Assim, dando oportunidade para que o segundo colocado ganhe o Troféu tradicional em determinada categoria.

Categorias

Atuais

  • Melhor Cantor
  • Melhor Cantora
  • Melhor Conjunto Musical
  • Melhor Dupla Sertaneja
  • Melhor Música
  • Melhor Animador ou Apresentador de Programa de Auditório
  • Melhor Animadora ou Apresentadora de Programa de Auditório
  • Melhor Apresentador ou Apresentadora de Telejornal
  • Melhor Ator
  • Melhor Atriz
  • Melhor Novela
  • Melhor Jornal de TV
  • Melhor Programa de TV
  • Melhor Programa Jornalístico
  • Melhor Programa Infantil
  • Melhor Programa Humorístico
  • Melhor Programa de Entrevistas
  • Melhor Programa de Auditório
  • Melhor Comercial de TV

Extintas

  • Melhor Animador ou Apresentadora
  • Melhor Apresentador
  • Melhor Atração Musical Internacional
  • Melhor Balé
  • Cantor, Cantora ou Dupla Sertaneja
  • Cantor ou Cantora Sertaneja
  • Cenógrafo
  • Melhor Coadjuvante Feminina
  • Melhor Coadjuvante Masculino
  • Melhor Comediante
  • Melhor Comentarista Econômico
  • Melhor Comentarista Esportivo
  • Melhor Comentarista Político
  • Melhor Compositor
  • Melhor Desenho Animado
  • Destaque do Ano
  • Destaque Feminino
  • Destaque Masculino
  • Melhor Diretor de TV
  • Emissora Preferida Pelo Público
  • Melhor Entrevistador
  • Melhor Entrevistadora
  • Melhor Equipe de Esportes
  • Melhor Equipe de Notícias
  • Melhor Equipe Técnica
  • Melhor Filme Infantil
  • Melhor Filme Seriado
  • Melhor Garota Propaganda
  • Melhor Humorista Feminina
  • Melhor Humorista Masculino
  • Melhor Humorista Masculino ou Feminino
  • Melhor Iluminador
  • Melhor Jurado
  • Melhor Locutor Esportivo
  • Longa-Metragem Exibido na TV
  • Maior Acontecimento Esportivo
  • A Mais Elegante
  • O Mais Querido Artista da TV
  • Mais Simpatia e Comunicabilidade
  • Melhor Modelo de TV
  • Momento mais Marcante
  • Mulher Mais Bonita da TV
  • Melhor Novelista
  • Melhor Novelista Infantil
  • Melhor Orquestra
  • Personalidade do Ano
  • Prêmio Póstumo
  • Melhor Produtor de TV
  • Melhor Produtor Humorístico
  • Melhor Produtor Infantil
  • Melhor Produtor Musical
  • Melhor Produtor Teatral
  • Melhor Produtora de TV
  • Melhor Programa Cultural
  • Melhor Programa Musical
  • Melhor Programa Sertanejo
  • Melhor Repórter de TV
  • Revelação Feminina
  • Revelação Masculina
  • Melhor Seriado Nacional
  • Melhor Showman
  • Melhor Sonoplasta

entre outros

Maiores Vencedores

Silvio Santos é o maior ganhador de Troféus Imprensa da história, sua primeira vitória foi em 1964 como melhor animador, e em 1969 como Melhor Programa de TV (pelo Cidade Contra Cidade). O Animador já ganhou 47 estatuetas. 21 de Melhor Programa de TV (pelo Programa Silvio Santos, Casa dos Artistas e Show do Milhão), e três pelos prêmios de "O Artista Mais Querido da TV" e "Figura Mais Simpática".

O segundo mais prêmiado é Chico Anysio que ganhou 27 troféus. Sendo 16 troféus como Melhor Humorista e 7 como Melhor Humorístico e Melhor Programa de TV. Em terceiro tem Roberto Carlos com 26 Troféus (21 como Melhor Cantor e 5 como Melhor Música). E Hebe Camargo é a quarta mais premiada com 24 Troféus (Sendo 22 como Melhor Apresentadora, um como Melhor Entrevistadora e mais um como Melhor Programa de Entrevistas).

Abaixo os mais premiados em algumas categorias:

  • Melhor Cantor: Roberto Carlos (16 Troféus/19 Indicações)
  • Melhor Cantora: Ivete Sangalo (7 Troféus/17 Indicações)
  • Melhor Conjunto Musical: Skank (5 Troféus/6 Indicações)
  • Melhor Música: Roberto Carlos (3 Troféus/7 Indicações)
  • Melhor Apresentadora ou Animadora: Hebe Camargo (18 Troféus/22 Indicações)
  • Melhor Apresentador ou Animador: Silvio Santos (14 Troféus/15 Indicações)
  • Melhor Ator: Tony Ramos (7 Troféus/16 Indicações)
  • Melhor Atriz: Regina Duarte (5 Troféus/14 Indicações) e Fernanda Montenegro (5 Troféus/14 Indicações)
  • Melhor Apresentador/Apresentadora de Telejornal: Fátima Bernardes (4 Troféus/8 Indicações)
  • Melhor Humorista Masculino: Chico Anysio (7 Troféus/10 Indicações)
  • Melhor Humorista Feminina: Maria Tereza (3 Troféus/8 Indicações)
  • Melhor Locutor Esportivo: Luciano Do Valle (8 Troféus/20 Indicações)
  • Melhor Novela: Aguinaldo Silva (6 Troféus/14 Indicações) e Silvio de Abreu (6 Troféus/9 Indicações)
  • Melhor Programa de TV: Programa Silvio Santos (5 Troféus/7 Indicações) e Globo Repórter (5 Troféus/9 Indicações)
  • Melhor Programa Humorístico: A Praça é Nossa (6 Troféus/14 Indicações)
  • Melhor Programa de Entrevistas: Jô Soares Onze e Meia (8 Troféus/11 Indicações)
  • Melhor Programa Infantil: Xou da Xuxa (7 Troféus e Indicações)
  • Melhor Programa Jornalístico: Globo Repórter (4 Troféus/16 Indicações) e Conexão Repórter (4 Prêmios e Indicações)
  • Melhor Jornal de TV: Jornal Nacional (11 Troféus/26 Indicações)
  • Melhor Comercial: Bom Brill (2 Troféus/4 Indicações), Brahma (2 Troféus e Indicações) e Skol (2 Troféus/5 Indicações), 

Maiores Indicados

Hebe Camargo é a recordista de indicações com 22 ao total, seguido por Roberto Carlos com 19 e Silvio Santos com 14.

Emissoras Mais Prêmiadas

Juntando todos os Troféus (Imprensa, Internet, Menção Honrosa e Voto Popular), a Rede Globo é a mais premiada com 437 Troféus. Seguido pelo SBT com 186, Rede Tupi com 139 e Rede Record com 114 Troféus.

A Rede Globo é a que mais ganhou prêmios em um só ano: 13 Troféus em 2007 (Referente a 2006). O SBT faturou 7 em 2013 (Referente a 2012) e a Rede Record 5 em 2012 (2011).

Curiosidades

  • Durante a década de 60, o Troféu Imprensa anunciava o prêmio Menção Honrosa, que era dado a programas, artistas, personalidades e emissoras que ajudaram no crescimento das artes brasileiras e pelos bons serviços prestados na TV do Brasil. Assis Chateaubriand foi um dos contemplados, assim como a TV Record pelos Festivais de Música, a TV Cultura e TV Bandeirantes pela suas inaugurações, a criação da Embratel, a série Vigilante Rodoviário, entre outros. Somente em 1965 que não houve essa categoria.
  • Em 1964, foi concedido o Prêmio Postumo, para Silveira Sampaio . O entrevistador faleceu no mesmo ano e o juri resolveu elegê-lo como Melhor Comentarista Político além de uma emocionante homenagem durante a cerimônia que tinha Blota Jr. como Mestre de Cerimônias. Os troféus foram entregues ao médico de Silveira. Um detalhe é que Silveira Sampaio foi o primeiro mestre de cerimônias do Troféu Imprensa.
  • Na cerimônia dos melhores de 1965, o então prefeito de São Paulo Brigadeiro Faria Lima foi convidado a fazer um breve discurso inaugural e entregar os troféus a seus respectivos ganhadores. Diante disso, o Plácido Manaia Nunes o nomeou como o "padrinho" do Troféu Imprensa de 1965.
  • A partir de 1970, os artistas que eram escolhidos os melhores do ano, tinham que assinar um termo de autorização de uso de imagem para divulgação publicitária feito pelo Grupo Silvio Santos para promover a premiação na mídia. A assinatura não era obrigatória, porém quem não assinasse perdia o direito de ter sua imagem figurando entre os vencedores no período entre a votação e a premiação. Havia também a outra punição aos artistas que faltassem a cerimônia de entrega dos troféus sem justa causa: corriam o risco de ficar dois anos sem direito a concorrer ao prêmio. Elis Regina (1970), Erasmo Carlos, Chico Buarque de Hollanda e Dina Sfat (ambos em 1971) chegaram a integrar a "lista negra" do Troféu.
  • O jornal Folha de São Paulo publicou uma nota no caderno Ilustrada, em 4 de dezembro de 1971, de que uma moça, integrante da produção do Programa Silvio Santos, chegou a redação do jornal entregando um questionário do Troféu Imprensa para que algum jornalista pudesse preenche-lo e votasse nos destaques de 1971. Porém, havia uma inusitada instrução: não votar em Elis Regina como melhor cantora. Isso por ela ter se ausentado na prêmiação de 1970, mas os jornalistas não se importaram com tal regra e votaram em Elis mesmo assim.
  • No de 1971, aconteceu um fato curioso: na categoria de Melhor Cantor, Roberto Carlos venceu por unanimidade e ganhou um troféu especial, fazendo com que Chico Buarque ficasse com o prêmio oficial por ter sido o segundo mais votado nas pesquisas feitas pela produção do programa. Mas os dois não compareceram à premiação. Assim, os organizadores decidiram entregar o prêmio ao terceiro colocado: Altemar Dutra.
  • No final de 1972, Silvio Santos teve a idéia de fazer a entrega do Troféu Imprensa durante a exibição de uma novela no horário nobre ou nos intervalos de uma sessão de filmes de longa-metragem, dependendo dos índices de audiência da época. Porém, a ideia não foi aprovada e simplesmente esquecida.
  • Em 1972, após o Troféu ser questionado pelos colunistas por causa dos prêmios conquistados pelo próprio Silvio Santos, o animador resolveu criar o voto secreto. Era uma tentativa de mostrar  a imparcialidade e a honestidade da premiação e evitar o constrangimento natural do juri. Cada jurado recebia uma cédula com a tarefa de marcar um "X" em um dos indicados e depositá-la numa urna. Somente no final do programa é que as urnas eram abertas e os votos eram contados um a um de acordo com a modalidade de votação. Esse modo de votação secreta durou até 1976.
  • Em 1976, numa única oportunidade, foram elaboradas três perguntas ao juri, cuja resposta era livre de cada jurado, sem indicados. Os vencedores dessas perguntas foram: Presidente Ernesto Geisei (Qual a figura nacional que mais projetou o Brasil no exterior?), Jorge Amado (Qual o Maior Escritor Brasileiro?) e  Dr. Euríclides de Jesus Zerbini (No campo da ciência, quem trouxe mais glórias ao Brasil?).
  • Em 1976, pela primeira e única vez, uma atriz foi indicada sem ter feito um trabalho sequer na televisão. Regina Duarte estava afastada da teledramaturgia e só voltaria a atuar em 1977, quando protagonizou a novela Nina.O fato comprovou a lembrança dos telespectadores, que sempre tiveram peso maior nos questionários. A partir de então que criou-se a seguinte regra de que os artistas só poderiam concorrer a estatueta desde que tivessem feito algum trabalho na televisão durante o ano.
  • Em 1975, Francisco Cuoco foi indicado pela reprise de Selva de Pedra, mesmo que naquele ano ele tenha interpretado Mario Barroso em Cuca Legal.
  • Agumas das categorias (a maioria considerada exdrúxulas) foram criadas pelo próprio Silvio Santos, como: Figura Mais Elegante, O Artista Mais Querido, Figura Mais Simpática, Figura Mais Bonita, Modelo de TV, Atração Musical Internacional, Longa-Metragem Exibido na TV, Momento Mais Marcante, Melhor Acontecimento Esportivo, Destaque do Ano, Personalidade do Ano e Emissora Preferida do Público.
  • Depois de um hiato de 3 anos, o Troféu Imprensa voltou em 1981. A seleção dos jurados passou a ser feita pelo próprio Silvio Santos. Ele tinha a disposição uma lista de diversos jornalistas especializados em TV que se destacaram no ano, e cabia a Silvio escolher os 10 jurados (tirando Plácido Manaia Nunes que por ser o criador do evento, tinha presença vitalícia). O assunto ainda é controverso.
  • Além das premiações convencionais, Silvio abriu espaço para homenagear grandes artistas brasileiros premiando-os com o Troféu Imprensa Especial, uma premiação pelo conjunto da obra. Foram homenageados: Rodolfo Mayer (1983), Dionísio Azevedo (1984), Ronald Golias (1985), Isaurinha Garcia (1986), o palhaço Arrelia (1987), Luiz Gonzaga (1988), Nélson Gonçalves (1989), Tonico & Tinoco (1991) e Emilinha Borba (1994).
  • Quando algum artista importante falecia no ano em da premiação, o programa fazia questão de ser encerrado deixando uma pequena dedicatória. Foram Homenageados: José Fernandes (1981), Márcia de Windsor (1982), Altemar Dutra (1983), Flávio Cavalcanti (1986), Chacrinha (1988), Zacarias de "Os Trapalhões" (1989), Antônio Marcos (1991), Carlos Imperial (1992), Ayrton Senna (1993), Tom Jobim (1994) e Plácido Manaia Nunes (2007). Porém se esqueceu de homenagear certos artistas em alguns anos como:Mussum de "Os Trapalhões" (1995), Tim Maia (1997), Leandro, da dupla Leandro & Leonardo (1998), Dercy Gonçalves (2008), Lombardi (2009), Chico Anysio (2011), Hebe Camargo (2012) e Luciano do Valle (2014)..
  • Em 2000, na abertura do Troféu, ainda é exibido o logotipo da Rede Manchete, mesmo tendo falido em meados de 1999 e não ter sido indicada em nenhuma categoria.
  • O conjunto de categorias colocadas em votação a cada ano sempre foi muito instável, com categorias entrando e saindo ano após ano. Até 2013, nada menos que 86 categorias diferentes já foram votadas pelo menos uma vez na história. Apenas quatro categorias, porém, estiveram presentes em absolutamente todas as edições da premiação: melhor ator, atriz, cantor e cantora.
  • Em reportagem publicada pelo jornal Folha de São Paulo em 21/05/2005, Silvio Santos anunciou a possibilidade de terminar com o Troféu Imprensa. O animador comentou com o juri pouco antes de gravar o programa que escolheu os melhores de 2004. Ele planejava substitui-lo pelo Troféu Internet.  Pois o maior problema da premiação (até então) era que a Rede Globo, a mais premiada, não liberava nenhum de seus artistas de primeira grandeza a receber seus prêmio. Por causa disso, o SBT guarda num cofre cerca de 40 estatuetas avaliadas em R$ 400 cada uma. A mais antiga é a de 1991 reservada para Xuxa Meneghel por ter ganho a categoria de melhor programa infantil com o Xou da Xuxa.
  • Em 2006 o Troféu Imprensa não foi produzido, devido à dificuldade de conciliar a agenda de Silvio com os jornalístas jurados. Depois de alguns adiamentos, foi decidido o cancelamento da premiação naquele ano.
  • Em 2010, o Marília Gabriela Entrevista do GNT se tornou a primeira atração da TV por Assinatura a ganhar um Troféu Imprensa, ao vencer na categoria "Melhor Programa de Entrevistas". O programa já tinha sido indicado em 2007 (referente à 2006).
  • Cordel Encantado foi a primeira novela das 18h (e até hoje a única) à ganhar o prêmio de Melhor Novela. 15 Novelas do horário já foram indicadas anteriormente.
  • Vidas Opostas foi a primeira novela da Record (e até hoje a única) à ganhar o prêmio de Melhor Novela.
  • Além disso, Insensato Coração foi a primeira novela das 20/21hs à não ser indicada depois de longos anos de novelas do horário sendo indicadas. A última novela do horário que não foi indicada foi O Fim do Mundo de 1996, além de América de 2006 (ano que não teve premiação). A partir de 2015, a ausência de novelas da faixa tornou-se mais comum. As novelas Em Família, Babilônia, A Regra do Jogo, Velho Chico e A Lei do Amor não foram indicadas.
  • Além de Silveira Sampaio, outro que recebeu uma "homenagem póstuma" foi Mamonas Assassinas. Os integrantes que morreram em 2 de Março de 1996 foram premiados nas categorias Revelação do Ano e Melhor Música com "Pelados em Santos" (empatado com "Catedral" de Zélia Duncan). No ano seguinte, os familiares dos integrantes vieram receber os dois prêmios.
  • Em 2003, a produção decidiu não incluir a categoria de Melhor Animador ou Apresentador de TV. Devido ao polêmico episódio do Caso PCC que envolveu a equipe do Domingo Legal e Gugu Liberato. Pois o fato seria lembrado pelos jurados. Devido a isso, a Rede Globo ganhou "sozinha" o Troféu Imprensa de 2003 conquistando 13 estatuetas, o que seria homenagem involuntária ao jornalista e patriarca das Organizações Globo Roberto Marinho, que faleceu em agosto do mesmo ano. 
  • Algumas das Emissoras já extintas que nunca ganharam o prêmio foram: TV Rio, TV Continental e MTV Brasil. E entre as que estão no ar, nunca foram prêmiadas: Rede Gazeta, CNT, Rede Brasil de Televisão, Mix TV, Rede Vida, entre outras.

Estatueta

O primeiro modelo de Troféu pesava 3 quilos, era uma placa de mármore escuro com uma figura metálica de uma águia.

A atual estatueta surgiu assim que Silvio Santos adquiriu os direitos do Troféu, junto à uma série de outras mudanças. A estatua, que é usada até hoje, é de um guerreiro dourado segurando uma espada em cima de um pedestal.

Se trata de uma "versão brasileira" da estatueta do Oscar, o que fez com que o Troféu ganhasse o status de "Oscar da Televisão Brasileira". Porém a estatueta contém algumas diferenças da entregue na premiação americana. O "Troféu Imprensa" tem "cabelo" e está sob um pedestal simples, enquanto que o "Oscar" é "careca" e está sob um pedestal em formato de rolo de filme.

Jurados

Muitos jornalistas já integraram o corpo de jurados da prêmiação. Todos eles especializados no segmento artes e espetáculos, televisão e/ou celebridades. Plácido Manaia Nunes, o criador do Troféu, foi o que mais participou, com 37 vezes.

Em segundo, vem Sônia Abrão (que atualmente está no programa A Tarde é Sua da RedeTV!) com 25 participações. Seguido por Nelson Rubens (também da RedeTV!) com 20 Participações, Leão Lobo (da CNT) com 14 participações, e José Armando Vannucci (da Rádio Jovem Pan e Rede Gazeta) com 13.

Destaca se também Décio Piccinini, da Rede Brasil de Televisão, que participou de 10 edições e é um dos jurados mais conhecidos do Troféu.

Também vale destacar outros jornalistas que também fizeram ou fazem parte da votação do Troféu Imprensa: Eli Correa, Paulo Barbosa, Otávio Mesquita, Christina Padiglione, Keila Jimenez, Daniel Castro, Chris Flores, Fabiola Reipert, Marcia PiovezanJoyce Paskowitch, Amaury Jr. e Walcyr Carrasco.

Polêmicas

Por ser uma importante premiação que elege os melhores da televisão de da música brasileira. O Troféu Imprensa não foge das polêmicas.

A edição de 1973 foi considerada a edição mais polêmica de todas. O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas Profissionais Adriano Compagnolo havia proibido a participação dos presidentes de sindicatos filiados na cerimônia de votação, o que teria motivado a seleção de figurantes se passando por jornalistas.

Um dos jurados se chamava Edison Vidigal, que participou do programa como presidente do Sindicato dos Jornalistas do Maranhão, que por sua vez era presidida oficialmente por Maria Genoveva de Aguiar Moraes Correa (que foi proibida de participar do programa). Denúnicas da época diziam que Edison Vidigal nunca exerceu a função de jornalista, nunca trabalhou em um jornal de São Luís do Maranhão como também nunca presidiu sindicato algum.

No mesmo ano Regina Duarte foi a escolhida pelo júri para receber o troféu, porém, ela abriu mão do prêmio em favor de Eva Wilma, por seu desempenho na novela Mulheres de Areia. No mesmo ano, a escolha do ator Lima Duarte como "Revelação Masculina" de 1973 foi controversa. Silvio Santos, na época, argumentou que "pelo fato de Lima Duarte ter trabalhado muitos anos na TV Tupi de São Paulo, ele é muito pouco conhecido em todo o Brasil. Sei que os críticos de São Paulo não vão concordar com as escolhas, mas é preciso que saibam que o Brasil não é só São Paulo". Vale lembrar que Lima Duarte foi o primeiro a ganhar a categoria Melhor Ator na primeira cerimônia do Troféu em 1960.

Em 2008, na premiação dos melhores de 2007, um fato tanto curioso como controverso. O cantor Daniel apareceu à cerimonia para receber o prêmio de Melhor Cantor de um ano anterior. Silvio aproveitou a sua presença no palco para fazer com que os jurados votem no cantor na categoria Melhor Cantor, fazendo com que ele ganhasse por unanimidade.

Em 2013, fato semelhante aconteceu. Desta vez com Luan Santana. O cantor acompanhou a votação de Melhor Cantor no palco, à pedido de Silvio Santos. Com isso os jurados o elegeram vitorioso na categoria, empatado com Roberto Carlos.

Em 2012 causou polêmica o destaque que a novela Rebelde da Rede Record conseguiu na premiação. A trama foi indicada à Melhor Novela no Troféu Imprensa e faturou o Troféu Internet . Os atores Mel Fronckowiak e Chay Suede foram indicados na categoria Melhor Atriz e Ator respectivamente e ganharam o prêmio da Internet (Mel também ganhou o Troféu Internet de Revelação do Ano). O mesmo aconteceu com a banda RebeldeS na categoria "Melhor Conjunto Musical". Isso se deve à intensa campanha que os fãs da novela/banda fizeram nas redes sociais, ganhando uma enorme quantidade de votos, e assim ganhando os prêmios do Troféu internet e indicações ao Troféu imprensa.

No mesmo ano ocorreu outra polêmica. A eleição de Patrícia Abravanel à "Revelação do Ano". Parte do público e da critica acusaram a premiação de ter eleito Patrícia apenas por ser filha de Silvio Santos. Na votação, Nelson Rubens afirmou votar nela como um "presente" para que ela se esforce mais. 

Em 2015, a relação dos indicados aos melhores de 2014 foi bem contestada. Com o voto pelos questionários abolidos, a escolha dos indicados foi feita exclusivamente pelos votos do Troféu Internet. O que ocasionou por exemplo, na presença notável da novela Malhação entre os indicados.  

O Troféu Imprensa é uma premiação bem criticada. Principalmente pelo seu formato, que não sofre grandes mudanças há anos. E pelo corpo de jurados, pois alguns dos jornalistas são especializados em celebridades e acabam não tendo uma visão crítica sobre os programas e artistas de televisão. Com isso, muitos jurados votam em determinada categoria analisando a popularidade ao invés da qualidade. O mesmo ocorre nas categorias musicais. 

Edições

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